[relato] Curitiba/Ilha do Mel – Pascoa 2014

Olá! Esse é mais um relato de viagem 🙂
Por ser perto de SP e um destino barato, dessa vez, escolhi um super clichê dos mochileiros: Curitiba e Ilha do Mel/Paraná.

Inicialmente, eu ia sozinha, mas acabei encontrando uma galera (quase 30 pessoas) no fiel Mochileiros pra me acompanhar nessa. Como sempre acontece,  algumas muitas pessoas não puderam ir conosco: no final, o grupo se resumiu em 7 pessoas (5 de SP [3 eu já conhecia pessoalmente] e 2 de Santa Catarina).


Aqui nessa planilha descrevi todos os gastos que tive na viagem (todos mesmo) – na aba Planilha Final tem os gastos detalhados e na aba Planilha Pré-Viagem tem a base que fiz antes de ir viajar. Gastei R$10 a mais! 🙂

aqui tem todas as fotos que tirei | aqui as mais poéticas.


 ROTEIRO

18.4 (sexta) – Curitiba | 19.4 (sabado) – Ilha do Mel | 20.4 (domingo) – Ilha do Mel | 21.4 (segunda) – Curitiba

Obs: depois de muito correr nessas viagens mais curtas, aprendi que quando tiver poucos dias assim vou conhecer um lugar por vez!

 DIÁRIO

18/4 – SEXTA-FEIRA


Nossa aventura começou à meia-noite do dia 18, quando encontrei a Paulinha, Amanda e Schoppan (os que eu já conhecia de SP) na Rodoviária Tietê.  Preferimos ir de ônibus para dar um descanso aos motoristas!

TRANPOSRTE

Dica: se você for para lá num feriado ou alta temporada, recomendo comprar as passagens com antecedência.

As três opções de ônibus que cogitamos foram Viação Cometa (R$72), Itapemirim (R$72) e Eucatur (R$62) – valores ida ou volta. Como sempre, escolho a mais barata, mas para ida a Eucatur não tinha mais poltronas livres 😦

Nossa saída estava programada para as 01h40, pela empresa Cometa, mas só saímos as 03h30 por conta da superlotação da rodoviária. Chegamos lá por volta de 12h, também por causa do trânsito.

Em Curitiba só há uma rodoviária (e ela está em reforma por causa da Copa), mas não tivemos problemas em encontrar um taxi/ponto de ônibus. Encontramos a Cintia (de Criciuma), que estava nos esperando desde as 7h, nos separamos da Amanda e do Schoppan (que se hospedaram em outro hostel) e pegamos um taxi até o nosso (R$20 no total).

HOSPEDAGEM

Chegando no Motter Home Hostel, onde passaríamos a primeira noite nos encantamos. Além de funcionários bem atenciosos e simpáticos, adoramos a casa e a decoração: toda colorida e cheia de grafittis, com um quintal grande no fundo, com mesinhas e churrasqueira, além de sala de jogos e uma cozinha bem grande (para gente tomar café e cozinhar, se quisermos).

Quarto para 8 (misto)
Quarto para 8 (misto)

Proibido fumar!
Proibido fumar!

Colorido!
Colorido!

Depois de fazer o chek-in, fomos para o quarto de 8 pessoas/misto (4 beliches) que reservamos por R$41 (com 10% de reserva antecipada). Cada cama possui o seu locker (armário) e sua chave. Obs: tem hostels que oferecem o locker, mas a chave/cadeado não, então sempre tenha um na bolsa.

Outra dica de hospedagem é o Backpackers Curitiba Hostel. Lá, ficaram o Schoppan e a Amanda, que disse o seguinte sobre lá:

Backpackers Curitiba Hostel
Backpackers Curitiba Hostel
“Primeira vez hospedados em hostel escolhemos o Backpackers Curitiba Hostel, onde passamos a primeira e a última noite da viagem. Antes de tudo, ficamos com receio, afim era um ambiente desconhecido com pessoas de todos os tipos, mas fomos nos acostumando e adorando o ambiente. Funcionários simpáticos, uma casa grande (que esta em reforma), grafitis que decoravam todo o grande quintal nos fundos, um deck de madeira na frente com mesas e cadeiras onde a maioria dos hóspedes passavam as noites conversando, além do ambiente interno todo decorado com mapas do mundo. Quarto para 8 e 6 pessoas (misto e também só femininos), suítes. Proibido fumar no ambiente interno, todos decorados com imagens de vários países. Depois de fazer o chek-in, fomos para o quarto de 8 pessoas/misto (4 beliches) que reservamos por R$40 (com 10% de reserva antecipada). Cada cama possui o seu locker (armário) e sua chave. Obs: tem hostels que oferecem o locker, mas a chave/cadeado não, então sempre tenha um na bolsa – lá no backpakers eles ofereciam, mas acabamos comprando o nosso mesmo.” Amanda Nicácio
 


Como já perdemos a manhã por causa do atraso/trânsito, queríamos ir conhecer a cidade logo! Deixamos nossas coisas lá e fomos pedir umas dicas pra menina da recepção (não lembro o nome dela de jeito nenhum). Ela nos deu um mapa (que foi útil durante toda a viagem) e seguimos caminhando.

EXPERIMENTANDO O PIEROGI

Seguindo as orientações da menina-da-recepção-da-qual-não-lembro-o-nome, fomos caminhando até a Praça Osório (não muito longe do hostel), já que lá tava rolando uma feira com barracas de vários países. Estávamos em busca de uma comida que só poderíamos comer ali em Curitiba e encontramos: o Pierogi – pasteis poloneses (que não são fritos como os normais, parece que a massa fica meio crua) com recheio de ricota com batata cobertos por molho de champignon ou calabresa.

Pierogi!
Pierogi

crianças nadando na fonte
crianças nadando na fonte

lanche italiano
lanche italiano

Dentre as tantas barracas (com pamonha, espetinho, yakssoba etc), tinham 2 da Polônia e uma delas era a do Tadeu, onde comemos 3 pierogis por R$5 (7 x R$10) – são muito gostosos, mas pouquinho assim não enche ninguém! Por isso, partimos em busca de mais alguma coisa pra comer e paramos na barraca Italiana, onde comi um Panini al Prosciutto (resumindo, hamburgão com presunto) por R$5,50 e, na barraca do lado, tomei caldo de cana (300ml) por R$3,5.

MUSEU DO OLHO – PARTE 1

Depois, com a barriga cheia (e pra gastar as calorias e economizar o dinheiro do ônibus), fomos caminhando até o Museu do Oscar Niemeyer, mas conhecido como Museu do Olho. Foram aprox. 40min de caminhada – passamos pela Rua das Flores, pelo Bonde da Leitura (fechado), Passeio Público (vimos de longe), pela Praça Tiradentes (onde tem uma catedral e o marco zero) e pelo Painel Rio Iguaçu.

Amanda e o Museu do Olho
Amanda e o Museu do Olho

Painel Rio Iguaçu
Painel Rio Iguaçu

Bonde da Leitura
Bonde da Leitura

E, enfim chegamos no Museu, que estava fechado! Ele não abre apenas duas vezes no ano (no Ano Novo e na sexta-feira santa) e tivemos a sorte de ir num desses dias hahaha Apreciamos somente a parte de fora e pegamos o ônibus Aeroporto (tubo – R$2,7) para a rodoviária, para comprarmos nossas passagens para a Ilha do Mel.

PASSAGENS PARA ILHA DO MEL

Por causa da reforma, os guichês de algumas empresas estão do lado de fora da rodoviária (bem em frente). Encontramos o guichê da Viação Graciosa. Compramos passagens direto para o Porto (onde pegaríamos a barca pra Ilha) por R$29,90.

Comemos uma tapioca na barraca de uma baiana arretada e voltamos para o hostel (ônibus Sta Cândida) para descansar um pouco.

NOITE CURITIBANA

Como não pesquisamos muita coisa sobre a cidade, aceitamos toda e qualquer sugestão de quem conhecesse algo ali.
Ia rolar o Pub Crawl, mas foi cancelado. Aí, ali na recepção mesmo, começamos a conversar com um casal que estava fazendo check-in; dentre os inúmeros bares que eles recomendaram (e que eu não lembro o nome), decidimos ir para o James (andando mesmo – uns 15min de caminhada.

Chegamos na porta e, diferente do que nos falaram, não tinha fila (mas ainda era cedo, umas 23h) – só muita gente na porta fazendo o esquenta. A entrada era R$25 e o som parece que era indie rock. Ficamos esperando o casal (Amanda e Schoppan) e, vendo o movimento por ali, desanimamos um pouco de lá.

Depois de alguns muitos minutos esperando, o casal chegou e decidimos ir no Barba Hamburgueria (na verdade, no Barbinha, o anexo menor dO Barba, bar que fica na mesma rua). A entrada é R$10, mas é revertida em consumação. Toda a decoração do bar é Old School, bem legal! Não estava lotado e a música estava agradável. Fomos para o segundo andar e logo começamos a pedir as especialidades da casa: chopps (o garçom super gentil trouxe uns copinhos com um pouco de cada pra gente degustar), a Mort Subite (cerveja belga de Framboesa, R$22) e uns lanches (gigantes, gostosos, acompanhados de batata frita) – existem opções para vegetarianos/veganos (hamburguers e acompanhamentos).

SOBRE A TEMPERATURA DO DIA

De manhã, o clima estava agradavelmente quente: consegui usar shorts de boa.
Já a noite, esfriou um pouco, mas nada que um casaquinho não resolvesse.


19/4 – SÁBADO


Como não tivemos sucesso no dia anterior, resolvemos ir ao Museu do Olho na manhã do sábado.
Acordamos cedo, encontramos o Mateus de SP (mais um integrante do grupo) tomamos café no hostel (uma delicia!), deixamos nossas malas na recepção e fomos caminhando para lá (uns 40min de caminhada).

MUSEU DO OLHO – PARTE 2

A entrada para o Museu é R$6 (inteira). Ele não abre às segundas-feiras (e no Ano Novo e na Sexta Santa, viu?!)
Lá tem banheiros, bebedouros e lockers para você deixar os seus pertences. É permitido tirar fotos, mas sem flash.

Aviso importante: o museu é grande! Por isso, separe umas horas para conhecê-lo!

Encontramos a Fran (de Floripa), mais uma integrante do grupo mochileiro, demos um rolê pelo museu e correndo voltamos para o hostel de táxi (R$. Resumindo, quase perdemos o ônibus pra Ilha (que saiu as 12h40 para o Porto)

RUMO À ILHA DO MEL

De ônibus, existem 2 maneiras de chegar até a Ilha do Mel*.

#1: pegar um ônibus até Paranaguá (2h30)e depois a barca pra ilha (2h)

#2 
(a nossa, a mais prática): pegar um ônibus de Curitiba até o Porto (ponto final – 2h40 – R$29) e a barca até a Ilha (30min).
O ônibus te deixa em frente ao Porto, onde você vai comprar a passagem da barca pra Ilha (Ida e Volta por R$30. E você não precisa necessariamente voltar no mesmo dia, fica a sua escolha).

*foi bem confusa a ida pra ilha, tanto que eu achava que existiam 3 maneiras de chegar até lá. mas o Francisco, nos comentários, me alertou sobre o erro e logo arrumei aqui (além disso, ele deu várias dicas sobre a ilha, vale a leitura). Valeu, Francisco!!!

Antes de ir, compramos umas coisas (tipo Miojo, que serviria de janta) no mercado ali por perto

Antes de pagar, a senhorita do guichê te entrega um papel que precisa ser preenchido com informações como Nome, Rg, de onde vem etc – acho que é pra ter o controle de pessoas que entram, já que (pelo que dizem, só podem entrar 5mil pessoasna Ilha); incluindo para qual dos dois lados da Ilha você pretende ir: Brasília ou Encantadas. Ficamos bem confusos, poque alguns tinham lido que uma era mais animada que a outra e vice-versa: acabamos escolhendo Brasília, que tinha mais pontos turísticos por perto.

O Francisco (nos comentários) também ajudou aqui:Quanto as localidades: Brasília é maior e tem mais opções de praias, passeios e baladas. Porem, prepara-te pra andar, pois tudo é muito longe e na Ilha ou você anda a pé ou aluga bike por hora. Já o lado das Encantadas é mais tranquilo, tem duas grandes praias, uma com ondas e outras sem. Quem quer sossego, vá pra encantadas. Há muitos morros pra apreciar a vista e a pequena gruta pra energizar-se.

Bom, entramos na pequena barca vazia rumo à Ilha e uns 30 minutos depois estávamos lá.
Não reservamos camping com antecedência, porque normalmente fica mais barato reservar na hora e, diferente do que pensei, tinha vaga sobrando por lá (achei que estaria lotado!). Depois de procurar, fechamos no Camping da Rhaiana* (saiu R$25/noite) – ela disse que se ficássemos o feriado todo, sairia R$20/noite.

Lama
Lama

Piratas
Piratas

Eu e a Cintia, na barca
Eu e a Cintia, na barca

RESUMINDO O PERRENGUE

Como a previsão do tempo nos avisou, choveu – mas choveu muito- e não estávamos muito preparados para acampar na chuva.
Descobri que minha barraca não é tão impermeável assim e que levar uma lona é sim uma boa ideia.

A minha barraca ficou encharcada, a do Schoppan e a do Mateus molharam somente nas bordas.
Das 6 pessoas, 3 ficaram num quarto que tinha livre lá (R$100/casal + R$30 pessoa extra) e as outras 4 (incluindo eu) dormiram na barraca.

Na hora, enfrentar esse perregue foi estressante. Mas depois a gente só dá risada e guarda o aprendizado.

Sobre o camping: em geral, é bom e parecido com os demais: tinha água quente, alguns quartos que poderiam ser alugados, cozinha disponível pra gente e até varal pra pendurarmos roupas. o problema foi na hora de pagar: a dona só avisou na hora do pagamento (ou seja, depois que dormimos lá) que cobraria R$10 a mais pra passar o valor no cartão débito/crédito – palhaçada!

GASTOS NA ILHA

Não consumimos muito por lá, já que compramos umas coisas no mercado antes de pegar a barca.
Mas já aviso que o preço da cerveja é tabelado (R$5/lata). Compensa levar uma térmica + cervejas + gelo de Curitiba mesmo.


20/4 – DOMINGO


Até aqui, a viagem foi de muitos perrengues e correira.
A parti daqui, a diversão realmente começou. O dia começou nublado, mas com o passar dos minutos o Sol foi aparecendo!

Dentre os pontos turísticos, temos as praias, o Farol, caminhar até Encantadas e o Forte: pra onde fomos.
Foram 4km (só ida) de caminhada, mas valeu a pena. A vista de lá é bem bonita e, além do forte, tem uma capela, uma antiga prisão, bares e uns barcos que te levam para o farol (R$10). Como estávamos na mendigagem, voltamos caminhando. Tava tanto sol que pude até dar um mergulho S2

Almocei no Restaurante do Davi (PF grande de peixe por R$15 + os 10%) e ainda consegui dar mais um mergulho antes de partir.

Cintia e Amanda, presas.
Cintia e Amanda, presas.

O forte.
O forte.

Eu, fazendo a egípcia.
Eu, fazendo a egípcia.

VOLTANDO PARA CURITIBA

Pegamos a barca umas 16h e, ali perto do Porto, ficamos esperando o nosso ônibus (+- 17h20).
Como compramos as passagens (R$25,9) numa lan house ali na Ilha, pegamos uma “carona” no nosso ônibus até a rodoviária (que era longe do porto) pra imprimir nossas passagens e depois seguimos para CTBA (+-3h de viagem).

ÚLTIMA NOITE

Estava bem fria aquela noite, mas como era a nossa última por ali, queríamos aproveitar.
Fomos pra porta de uma balada que a Amanda viu o cartaz, a Wonka (R$15 – e tinha meia entrada para estudantes!). Mas, além de não estar muito animada, o Mateus esqueceu o RG dele…aí fomos obrigados a tomar umas cervejas no Largo da Ordem (ali perto).

É uma região bem bonita, mas meio sinistra a noite.


20/4 – DOMINGO


Nosso último dia em CTBA amanheceu nublado e esperávamos frio.
Depois de agradecer pela cama confortável em que dormimos, tomamos café e fomos para o Jardim Botânico (ônibus Centenário).

JARDIM BOTÂNICO

Fica aberto todos os dias das 8h-18h (e no Horário de Verão até as 19h30).
É um parque lindo e tem como pontos principais a Estufa, o Jd das Sensações e o Museu Botânico (esse não visitamos).
Se você for com o intuito apenas de turistas (e não de fazer um pic nic, por exemplo), você vai gastar entre 1h-2h lá.

Amor Materno.
Amor Materno.

Mateus, Cintia, Paulinha, eu e a Estufa!
Mateus, Cintia, Paulinha, eu e a Estufa!

Visão da Estufa
Visão da Estufa

Depois de conhecer o Botânico, fomos para a rodoviária (caminhando – 20-30min) para deixar a Cintia (SC) e o Mateus (SP) que voltariam mais cedo pra suas casas. De lá, pegamos um ônibus (Pinhais/Rui Barbosa) para o Terminal Capão da Embuia e outro (Interbairro 2) para o Parque Tanguá – por causa da integração, gastamos só R$2,7.

PARQUE TANGUÁ

Descemos num ponto depois do parque (afinal, somos turistas e temos o direito de nos perder hehe) e finalmente chegamos lá (a viagem é meio longa do centro até o parque).

É lindo! Eu até falei que é o Taj Mahal Curitibano! haha
Além de uma entrada triunfante, tem uma queda d’água linda e um túnel bonitão! Só as fotos vão poder falar melhor do que eu.
Separe umas 2h-3h pra ficar por lá.

Amor no Tanguá
Amor no Tanguá

Túnel
Túnel

Parque, visto da entrada.
Parque, visto da entrada.

De lá, fomos para a Pedreira Paulo Leminski (fechada) e para a Ópera de Arame (se não for ver um show lá, nem vale a visita). Tomamos umas brejas e voltamos para nossos hostels.

FIM

Curitiba do topo
Curitiba do topo

Antes de finalizar nossa aventura, ainda passamos na Torre Panorâmica (perto do hostel – R$3,5) que estava aberta, comemos um Hot Dog no Josias (na esquina do hostel – R$16,5 [dog, cebolas e chá]) e jogamos uma sinuca no hostel.

A viagem até São Paulo foi com a Eucatur (23h30 – R$62) e foi bem tranquila. Sem trânsitos, chegamos no horário estipulado.


OBSERVAÇÕES FINAIS

Sobre o transporte de Curitiba: além dos ônibus normais, existem os ônibus de tubo. Funciona como o sistema de integração do metrô de SP: você paga uma passagem para entrar (R$2,7/dias normais e R$1,5 aos Domingos) e pode subir e descer em qualquer tubo e terminal da cidade.

Curitibanos são simpáticos: em sua maioria, o povo de CTBA é bem simpático! Muitas vezes, quando estávamos perdidos, as pessoas nos paravam na rua para nos dar informações. Em um momento, conversando na calçada sobre como ir pra rodoviária, uma motorista (parada no farol) nos ajudou! hehehe

Vinas: é assim que os curitibanos chamam as salsichas.

Temperatura: segundo um curitibano, é possível ter as 5 (?) estações num dia só.

Prefs: como é carinhosamente conhecida a Prefeitura de Curitiba, que dá um show de social media no Facebook.


Finalizo aqui meu relato.
Até logo!

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